Sem categoria

Pseudociência?

Em diversas ocasiões tenho dito que a Medicina moderna é ainda imatura. Nesse texto vou tentar explicar detalhadamente a respeito disso.

De imediato e em primeiro lugar, a Medicina moderna pensa que a causa de todas as doenças são as bactérias. Através de pesquisas diversas, os tipos de bactérias têm aumentado cada vez mais. Fala-se também que houve um grande progresso tanto na forma de cultura como no meio de contágio, mas por ser amplo e sem profundidade, posso afirmar que foi um progresso insignificante.

Em relação a esse assunto, no entanto, para se conhecer realmente a essência das bactérias, tem que pensar e ser diferente. Se faz necessário que alcance um ponto mais profundo, mesmo que seja estreito esse caminho. A pesquisa dessa profundidade é fundamental.

De forma que acredito que já tenha percebido isso, mas, mesmo percebendo, na fase de colocar em prática, desconhece o método; por isso, até hoje não foi possível obter o progresso desse ponto. Então, qual é o seu motivo? A questão é o microscópio.

Devido ao avanço da tecnologia e esforços envidados nesse sentido, realmente, o microscópio da atualidade consegue enxergar a bactéria, mas não consegue ver o vírus que está na parte mais profunda. Através das experiências, sabe-se que o vírus existe realmente, mas o problema é daí para frente. Na realidade, quem está num beco sem saída e não está conseguindo mais avançar é a atual bacteriologia. Assim sendo, o fundamental é descobrir a parte mais profunda de onde existe o vírus. Nem é preciso dizer que, se não se atingir esse ponto, não há como entender a essência da bactéria. Atualmente parece que já se consegue visualizar o vírus, mas é a parte a seguir, o próximo passo que está em um beco sem saída.

Entretanto, através da Medicina revelada por Deus, consegui alcançar esse ponto e apreender a essência da bactéria; portanto, podemos dizer que o problema das bactérias patogênicas já foi solucionado. É evidente que isto não é nenhuma suposição e nem teoria. É uma realidade que tem mostrado resultados constantes.

Explicando melhor, esse é o tratamento denominado Terapia Japonesa EHT, atividade peculiar da nossa Instituição. Quaisquer pessoas, por mais desconfiadas que sejam, diante da realidade do nosso Tratamento, não conseguirão deixar de abaixar a cabeça imediatamente. Então, por que ele é tão eficaz e apresenta tantos resultados assim? Como já disse anteriormente, pela possibilidade de eliminar o elemento X, que equivale praticamente ao nada e que é a fonte de surgimento das bactérias. Em suma, significa que descobri o método de eliminar a verdadeira causa da doença; por isso, se essa não for a verdadeira medicina, o que será então? Além do mais, desde que é possível comprovar de forma teórica e real, ela constitui a verdadeira ciência.

Por isso, como sempre tenho dito, a Medicina da atualidade não pode ser considera a verdadeira Ciência, antes digo que é um produto de suposição ou superstição.

Ciência e Superstição

Irei explicar a seguir sobre a Técnica da Terapia Japonesa EHT. Originariamente, a “Terapia Japonesa” criada por mim cura diversas enfermidades através da técnica de imposição da mão, sem recorrer a nenhum tipo de recurso material, tais como remédios ou equipamentos e aparelhos médicos. Esta técnica consiste na concentração da energia espiritual peculiar ao ser humano e sua irradiação, através da mão, ou seja, parte do princípio de “curar o espírito através do espírito”. Porém, desde que o homem contemporâneo se encontra dominado pelas ideias preconcebidas e materialistas, por trata-se de uma ação espiritual de âmbito imaterial, que não pode ser vista pelos seus olhos ou mesmo tocada pelas suas mãos, tende a imaginar que esta é uma terapia anti-científica. Porém, uma pessoa que se submete à terapia, sente a manifestação surpreendente do seu poder de cura; o que acontece então? por isso, as pessoas que veem pela primeira vez, ficam perplexas diante desse poder misterioso. No entanto, ao compreender o princípio básico desta técnica, a pessoa passa a explicar cientificamente sem qualquer mistério.

Podemos afirmar sem sombra de dúvidas que a verdadeira Ciência, logicamente, vem a ser a concretização da Verdade. E esta deve ser a própria realidade, não sendo permitido que haja uma mínima influência de superstições, de ideias preconcebidas ou da subconsciência. Nesse sentido, o meu método de cura de doença realmente faz sanar as doenças. Desde que ocorre a cura pela raiz sem qualquer preocupação de recaídas, afirmo que o meu método de tratamento é uma ciência.

Observado, por outro lado que, apesar de, teórica e formalmente, aparentar que houve a cura de doenças através do tratamento da Medicina Ocidental, na realidade, a mesma não ocorre. Também, a Medicina Ocidental é extremamente minuciosa e habilidosa no que se refere à higiene e aos métodos de saúde, mas por mais que os pratiquem, não estimula a saúde. Vejam, a condição física dos povos civilizados está regredindo e insinuando um destino decadente, não é mesmo? Está por demais distante a expectativa que a humanidade deposita na Medicina. Nesse sentido, acho que podemos dizer que a Medicina Ocidental é uma espécie de superstição na atualidade.

O homem da atualidade, ao abrir a boca, fala sobre o pavor das superstições. E imagina que elas são inerentes somente nas religiões e tradições, mas devem saber que a superstição existe também no aspecto da Ciência que as pessoas imaginam ter alcançado o progresso. Há vários séculos vieram pensando que se tratava de verdade aquilo que não era e a realidade é que isso acabou tornando-se gradativamente até mesmo em senso comum para o homem.

E as pessoas em geral dizem que a cura ocorre devido à fé, mas pelo auxílio do pensamento é que o efeito se torna maior. No entanto, em absoluto ocorre isso no meu método de tratamento. O doente pode recebê-lo sem mesmo acreditar. Embora receba o tratamento com desconfiança, o resultado será o mesmo. Vou apresentar, a seguir, um ótimo exemplo a respeito.

Trata-se da esposa de um alto oficial e ex-ministro do Estado, que exerceu o referido cargo por duas vezes. Ela restabeleceu-se por completo de uma doença crônica de longos anos através do meu tratamento em poucos dias. Assim sendo, passou a ter absoluta confiança no nosso tratamento.

No entanto, seu digníssimo filho, formando da Universidade de Tóquio e atualmente funcionário de certa empresa, casualmente contraiu gripe e por mais de um mês vinha recebendo tratamentos médicos, mas podia notar claramente que ao invés de melhorar, a tendência era de piorar gradativamente; por isso, a sua mãe, a senhora acima referida, incentivou-o para que ele viesse receber o meu tratamento. No início, examinei-o e disse-lhe que ele sofria de neuralgia intercostal e que o diagnóstico médico que indicara pleurisia seca estava equivocado. Então, o referido filho ficou irritado e disse que era insolência da minha parte dizer que o diagnóstico do médico, de sua confiança e proeminente do Japão, está errado e recusou veementemente, afirmando que não receberia o tratamento de um mestre como eu de forma alguma. Então, sua mãe procurava incentivá-lo de qualquer maneira, dizendo que através do tratamento médico jamais haveria cura e que isso seria absolutamente possível se recorresse ao meu tratamento.

Mas o rapaz que, apesar de normalmente ser obediente aos pais, nessa ocasião, estranhamente contrariou incontinenti a sua mãe e não aceitou o seu conselho, dizendo que se fosse outra coisa não tinha a menor intenção de contrariá-la, mas em relação a esta doença, não sentia a mínima vontade de receber o meu tratamento e, mantendo-se firme nessa posição, recusou-o. Então, sua mãe, depois de pensar muito, resolveu pedir ajuda ao seu marido e juntos procuraram convencê-lo. Depois de muita insistência dos pais, o referido rapaz aceitou receber o meu tratamento por apenas uma semana, mas o interessante é que ele aceitou, impondo a seguinte condição: a de não referir em absoluto sobre a sua doença. Concordei, porém, impus-lhe também as minhas condições: em contrapartida, durante o período de tratamento, ou seja, durante uma semana, poderia receber os exames médicos, mas que não usasse nenhum tipo de remédio; e ele concordou. Por esse motivo, o rapaz recebeu o meu tratamento com toda desconfiança; mais do que isso, totalmente contrariado. Contudo, achei muito interessante o fato dele receber o meu tratamento contrariado e sem falar nada sobre a doença, pois a primeira condição impede a influência do pensamento e a segunda, não permite o sugestionamento para cura de doenças através das palavras.

O seu quadro clínico era o seguinte: diariamente a febre subia espasmodicamente, acima de 40°C, sentia fortes calafrios, transpiração excessiva e, devido a tosses persistentes o enfraquecimento ia se acentuando. Por isso, o médico responsável e o médico que o auxiliava ficaram muito preocupados e, depois de trocar idéias, aconselharam o seu internamento num hospital. Entretanto, não sei se feliz ou infelizmente, o hospital escolhido estava lotado. Assim sendo, a internação imediata não era possível e ficou decidido que faria a internação assim que surgisse vaga. Nessa ocasião, já havia passado cerca de quatro dias, restando somente três dias para o prazo determinado de uma semana; por isso, tanto eu como a mãe do rapaz estávamos apreensivos. Ela dizia-me: “Se ele for internado nas condições atuais, acho que correrá perigo de vida, mas se vier o aviso de vaga do hospital, não podemos deixar de interná-lo imediatamente, por isso, peço-lhe o favor de fazer com que ceda a febre enquanto o hospital permaneça lotado e antes que chegue a notícia de vaga.”

A essas alturas, ao mesmo tempo que pude estimar o sentimento daquela senhora, também fiquei numa situação em que precisava mostrar o resultado favorável do meu tratamento. Além disso, como a febre de 40°C ocorria por volta das duas ou três horas da madrugada e queria observar o estado de surgimento dessa febre, decidi pernoitar em sua residência, o que ocorreu na noite do quinto dia de tratamento. No sexto dia, não houve nenhuma mudança visível e nem chegou o aviso do hospital. Finalmente, chegamos ao sétimo dia e felizmente recebi a notícia de que a sua temperatura pela manhã estava abaixo dos 37°C, ou seja, exatamente 36,8°C, o que me tranqüilizou. Nesse dia, a temperatura máxima excedeu os 37°C, mas não ultrapassou os 38°C; por isso, o médico suspendeu a internação. A partir de então, a sua temperatura foi se normalizando gradativamente e ele restabeleceu-se por completo.

Acho que o exemplo acima é perfeito no que se refere à não interferência do elemento pensamento. Acredito que, mesmo baseado nesse fato, não há o que contestar que o nosso tratamento é, sem sombra de dúvidas, científico. Comprovável através de seus inúmeros resultados.

Análise do Caso: a respeito do paciente acima, vou apresentar o meu ponto de vista. Quanto à doença, no início era uma gripe simples, cuja febre variava entre o mínimo de 36°C e o máximo de 38°C, e essa situação permaneceu por volta de uma semana. Depois, veio a se agravar e o mínimo passou para 37,5°C e o máximo para 38,5°C. Duas semanas se passaram nesse estado e, repentinamente, a febre ultrapassou os 40°C, acompanhada de tosse, de calafrios e outros sintomas já citados.

No meu primeiro exame, achei que pela natureza dessa enfermidade, a febre pertinente deveria ser de mais ou menos 38°C, não havendo motivo para que a mesma se elevasse, mas se houve febre alta de mais de 40°C, ela é uma febre reacionária que fora provocada pela ingestão de antitérmicos; por isso, se parar de usá-los, a febre reacionária irá cedendo aos poucos e, no final, acabará restando apenas a febre comum à doença. Fiz essa explicação àquela senhora e seu filho.

A seguir, vou falar sobre um fato que aconteceu por volta do quinto dia e que me surpreendeu muito. Ela disse que o médico examinou o seu filho e afirmou que, apesar da pleurisia seca estar praticamente curada, o fato da febre alta de 40°C persistir é uma prova de que a doença avançou para o fundo do pulmão, e por ser este um sintoma complicado, a internação do filho era absolutamente necessária. Ao ouvir isso, dei risada e fiz a seguinte explicação a ela: “Não há nenhum problema no pulmão do seu filho. Se realmente houvesse o avanço da doença no pulmão, a respiração dele estaria alterada. No entanto, a respiração permanece normal, portanto, fique tranquila, pois o diagnóstico médico está errado”. Aí ela se acalmou. Gostaria de dizer aqui que a realidade acima está implicando um problema grave.

O problema é que no início era uma gripe simples que, se deixasse seguir o seu curso natural, curar-se-ia em cerca de uma semana, mas o tratamento médico tentou baixar a febre usando antitérmico. Isso, ao contrário do que se esperava, provocou febre reacionária. Além do mais, diagnosticando essa febre alta como doença pulmonar grave, tentou internar o paciente. Assim, após a internação, iria, logicamente, enfraquecer o estômago e os intestinos através do repouso absoluto e, como o antitérmico iria manter a febre reacionária, realizaria a interrupção da purificação aplicando injeções, emplastros, etc. Assim sendo, evidentemente o doente vai se debilitando cada vez mais, a ponto de perder a vida.

Podemos imaginar que não são poucos os casos de disseminação da tuberculose e mortes provocadas por ela em consequência de tais diagnósticos e tratamentos equivocados.

“A Verdade é simples e incontestável”.

A Verdade – Ateísmo, Superstição e Pseudociência

Em todos os tempos e até hoje as pessoas buscam a verdade e isso é bom. Precisamos entender que a verdade é imutável, eternamente. Dez mil anos atrás, cem mil anos atrás, a verdade era a mesma. Entendo isso, podemos dizer que buscar a verdade é uma coisa muito boa. Um ponto que devemos ter cuidado é confundir a não-verdade ou pseudoverdade com a verdade real (Ateísmo é um exemplo). Citando um exemplo, a verdade clara é que o sol nasce no leste. Não há qualquer margem de erro. Também podemos dizer que é verdade que os seres humanos vivem. Também podemos afirmar que é verdade que vemos com nossos olhos, cheiramos nossos narizes e falamos com nossas bocas. Esses fatos não são nada além da verdade. Esse tipo de senso comum simples é a verdade. Agora, ao contrário da verdade, teorias complicadas não são verdade. A teoria de Karl Marx é muito complicada; isso não é a verdade. Essa forma de tornar a verdade complicada é uma técnica para tornar a inverdade parecer verdadeira. A verdade é muito simples e compreensível por todos. Por exemplo, a doença é curada pela Terapia. Essa é a verdade. Todas as coisas vivas estão absorvendo a energia espiritual do fogo, da água e do solo. Isto é verdade.

Ateísmo, Superstição e Pseudociência – A respeito do Ateísmo

A respeito do Ateísmo

De modo geral o que temos observado, como regra geral as pessoas desenvolvem o raciocínio do ponto de vista religioso, quando se escreve sobre ateísmo, mas eu pretendo discorrer sobre esse tema sem tocar em Religião, colocando-me a mim próprio na posição de ateu.

Desde o princípio, quando uma criança nasce, o seio materno lhe fornece o leite para sua nutrição. A criança cresce normalmente e os pais ministram-lhe alimentação adequada à primeira dentição. Assim, ela vai vencendo várias fases de seu desenvolvimento, até atingir a adolescência. A alimentação, portanto, é a base do crescimento. O homem se nutre suficientemente de calorias ao ingerir alimentos com prazer, graças ao paladar. Creio ser esse o maior de todos os prazeres humanos.

Não somente, mas também o físico e também a inteligência vão se desenvolvendo gradualmente através da instrução e, na mocidade, o ser humano está apto a exercer as funções normais de um adulto. Surgem- lhe, então, diversas ambições, como a ânsia de poder, o espírito de competição e de progresso e, no plano físico, em forma de diversões, folguedos e namoros.

Percebendo essa evolução, dessa maneira o homem está pronto para participar da vida social, característica de um ser superior, com os sofrimentos e alegrias que nascem da razão e do sentimento.

Porém, agora vamos considerar a Natureza.

Em todo o Universo, não só os fenômenos visíveis, como o sol, a lua, as estrelas, a Via-Láctea, a temperatura, o vento, a chuva, os animais, os vegetais e os minerais, que estão diretamente relacionados com o ser humano, mas também os fenômenos invisíveis, tudo está sob a ação e controle do poder da Natureza.

Se observarmos, concluiremos que esta é a próprio retrato do mundo. Observando-a calmamente e sem ideias preconcebidas, qualquer pessoa – a menos que seja insensível – fica embevecida com seu encanto misterioso.

Não podemos negar que a Natureza é dotada de mistério profundo e insondável. Grandioso é o Céu que contemplamos e ilimitada é a sua extensão. Como se apresenta o centro da Terra? Qual o número certo de estrelas, o peso exato do Globo Terrestre, a quantidade das águas marítimas? Se começarmos a enumerar coisas e fatos, não acabaremos nunca.

Essas especulações nos deixam abismados com o movimento metódico dos astros, a formação da noite e do dia, o fenômeno das estações, o sentido esotérico dos 365 dias do ano, a evolução de todas as coisas, o progresso ilimitado da civilização, etc. Quando surgiu este mundo? Qual a sua extensão? Ele é finito ou infinito? Qual o limite da população mundial? E o futuro da Terra?

Ao fazermos essas especulações, tudo permanece envolvido em mistério. Tudo caminha silenciosamente, sem a mínima falha ou atraso, obedecendo a uma ordem determinada.

Podemos ir mais além, visto que nos deparamos com os seguintes problemas: por que viemos a este mundo e que papel devemos desempenhar? Até quando poderemos viver? Voltaremos ao Nada, após a morte, ou existe o desconhecido Mundo Espiritual onde iremos habitar em paz? As reflexões sobre o assunto nos deixam ainda mais confusos, permanecendo tudo na obscuridade. Não há outro qualificativo a não ser o que dizem os bonzos: “A Realidade é um Nada, e o Nada é uma Realidade.

Conclui-se que vasta, ilimitada e infinita é a existência do mundo. O ser humano, com a pretensão de desvendar este mundo misterioso, vem empregando todos os meios, principalmente a pesquisa; apesar de seus esforços, só consegue conhecer uma pequena parcela dos fenômenos infinitos. Daí atinarmos com a insignificância da inteligência humana em relação à Natureza. É significativa a expressão “sombrio vazio”, também citada pelos bonzos. Entretanto, a vaidade humana, em sua tola presunção, excede-se a ponto de querer subjugar essa mesma Natureza. Sábio é o homem que, antes de mais nada, procura conhecer a si mesmo, submete-se a ela e participa das suas graças.

De outra forma e analisando a Natureza sob o aspecto da vida humana e do ambiente que a rodeia, subsiste um enigma que sobrepuja todos os outros: “Quem construiu este mundo maravilhoso e o governa à sua vontade?” Ninguém poderá deixar de refletir sobre o seu Criador, nem sobre o propósito com o qual foi construído um mundo tão esplendoroso. Procuremos imaginar esse Criador.

Um lar é governado pelo chefe da família; um país, pelo rei ou presidente. Logicamente, este mundo deve ser dirigido por alguém. E quem poderia ser senão o Ente conhecido como Deus? Não encontro outra conclusão. Por conseguinte, negar Deus significa negar o mundo em si mesmo. Tal lógica não permite dúvidas; se alguma pessoa duvidar, coloca-se num plano de obstinado preconceito. Nesse caso, assemelha-se aos irracionais: é desprovida de inteligência.

Nossa missão é extirpar do homem essa irracionalidade, transformando-o em verdadeiro ser pensante, numa verdadeira obra de reforma humana. Até mesmo o ateu deve convir que a grandiosidade do Universo e a perfeição cósmica só podem partir de um princípio perfeito: DEUS.

Ateísmo, Superstição e Pseudociência – Qual o fundamento lógico para o ateísmo?

Qual o fundamento lógico para o ateísmo?

De uma forma objetiva, podemos considerar que o Ateísmo é baseado no materialismo, o mesmo afirma que não devemos acreditar naquilo que é invisível. Em um de meus livros, falei o seguinte: “É mais difícil fazer as pessoas educadas acreditarem na existência de Deus e do espírito do que fazer os bárbaros acreditem na existência do ar. Além disso, o espírito protetor secundário nega a existência de Deus. Citando um exemplo, há pessoas que recebem uma bênção – um resultado inesperado, um milagre (resultado da ministração da Terapia Japonesa EHT), mas elas não acreditam. Isso é causado pelo espírito secundário. O espírito secundário diz: “É ridículo você acreditar em Deus”. Quando a Era do Dia chegar, o poder do espírito secundário será enfraquecido e todos terão fé em Deus.

A Visão Material da Sinergia Corpo e Espírito

Visão Material:

A origem da doença é o sangue impuro, que, obviamente, tem como causa os tóxicos dos medicamentos (esse conceito pode ser expandido também a alimentos que contém produtos químicos, que o organismo não consegue eliminar naturalmente). Todos os medicamentos, por natureza, são tóxicos, mas durante muito tempo, por desconhecimento dos princípios da ação purificadora, vieram sendo erroneamente interpretados como remédios. – como dissemos, produtos químicos sintetizados, conservantes e outros não são da natureza, mas criado pelo ser humano e dessa forma, não são eliminados naturalmente.

Em muitos casos e baseado na minha experiência, posso afirmar que há casos de reincidência da doença depois de algum tempo, mesmo em pessoas que já obtiveram melhora através da Terapia Japonesa EHT. Chamo a isso de repurificação. O que acontece é que a Terapia Japonesa promove a eliminação das toxinas em processo de dissolução, e com isso o doente tem uma melhora temporária; entretanto, logo que ele retoma suas atividades, já com vigor razoável, surge uma ação purificadora mais intensa. Resumindo, com a purificação a pessoa ganha saúde, e com a saúde surge a purificação. Pela repetição desse processo é que se obtém o completo restabelecimento da saúde.

Dessa forma, a repurificação manifesta-se relativamente intensa, através de febre alta, tosse forte e eliminação de antigas e solidificadas toxinas em forma de catarro, sendo isso perceptível pela densidade deste e pelo cheiro de remédio. Obviamente alguns casos são acrescidos da perda de apetite e do enfraquecimento do corpo, podendo, às vezes, o doente partir para o Mundo Espiritual.

Pelos dados colhidos e de acordo com a estatística de até hoje, a proporção é de sete pessoas em relação às cem que tiveram a cura completa através da Terapia Japonesa, portanto, significa que noventa e três pessoas se tornaram totalmente saudáveis e, atualmente, todas elas estão ativas.

Em relação a esses casos e ao resultado milagroso de cura de doenças acima citado, o que nos deixa ainda mais surpresos é o fato de que a maioria dos doentes que nos procuram são doentes em estado grave que já se submeteram aos tratamentos médicos, populares, religiosos, etc. mas, sem obter a cura, encontravam- se encurralados, a um passo da morte. Acho que eles não conseguem acreditar que eles obtiveram resultados magníficos como os que vimos acima. No entanto, mesmo as sete pessoas que tiveram resultados insatisfatórios, a sua causa, sem exceção, estava na grande quantidade de toxinas medicinais que elas possuíam. Assim, em suma, a Terapia Japonesa EHT e um método de eliminação de toxinas medicinais e isso torna-se evidente ao observarem que, quanto maior for a redução da quantidade de toxinas medicinais, a tendência de melhora é maior. Portanto, para transformar-se num Japão livre de tuberculose, não é nada difícil. Podemos alcançar inteiramente esse objetivo através das explicações e conhecimento da realidade e consequente abolição dos remédios e incentivo para se contrair a gripe.

O ser humano precisa se conscientizar que Deus fez do homem o senhor da Terra e por isso criou alimentos suficientes para a sua subsistência, atribuindo sabor a cada um deles e, ao homem, o paladar. Portanto, comer com satisfação aquilo que se desejar é suficiente para o ser humano manter a saúde, sem precisar preocupar-se com assuntos complexos como nutrição. Assemelha-se ao desejo sexual, cujo objetivo não é fazer outro homem; todavia, apesar do objetivo ser outro, inconscientemente ocorre a procriação. Sendo assim, o homem não deve ingerir nada que não esteja determinado como alimento, ou seja, deve excluir tudo que é insípido ou que tem sabor desagradável, pois essas características já definem aquilo que não é comestível. Por desconhecimento desse princípio, costuma-se dizer, desde a Antiguidade, que “o bom remédio é sempre amargo”, o que constitui um flagrante equívoco.

Resumindo o acima exposto, desde que a função digestiva não está habilitada a eliminar de maneira completa as substâncias que não são determinadas como alimentos, por ser o remédio uma substância estranha que não pode ser eliminada e fica retida no corpo, é ele que se torna a causa das doenças.

A Visão Espiritual da Sinergia entre Corpo Espírito

Visão Espiritual: Se o homem pratica más ações, esse pecado gera máculas no espírito; quando o acúmulo das máculas atinge determinado nível, sobrevém a ação purificadora, essa ação visa a eliminação das máculas e são na forma de doenças, acidentes ou penalidades legais. A parte que não foi atingida pela lei dos homens é punida espiritualmente, pela Lei de Deus. Entretanto, como Deus é absoluto, se a pessoa escapar habilmente a essas penalidades, o castigo se refletirá na matéria através de sofrimentos maiores. Evidentemente, as doenças sobrevindas nesses casos (através do pecado) são malignas e, na sua maioria, colocam em risco a vida da pessoa. Quanto mais cedo ocorrerem as penalidades, mais brandas serão, podendo-se compará-las a empréstimos ou dívidas, que, quanto mais se demora a saldá-los, mais aumentam, devido aos juros. De fato, se um malfeitor conseguir escapar em vida aos julgamentos de Deus e do homem, quando morrer e o seu espírito passar para o Mundo Espiritual, irá cair no chão do Inferno, devido ao peso dos pecados. É exatamente o ―Inferno Avíci (reino de ilimitado sofrimento), citado no budismo, e o ―Reino do Fundo do Inferno, mencionado no xintoísmo. No ocidente, vem a ser o Purgatório que consta no volume ―Inferno, da obra de Dante. Trata-se de um mundo absolutamente sem luz e calor, onde o espírito nada enxerga, permanecendo congelado por centenas de anos; por isso, não há malfeitor, por pior que seja, que não venha a se arrepender. Para as pessoas da atualidade, talvez seja difícil acreditar em situações como estas, mas gostaria que me dessem crédito, pois são fatos que me foram transmitidos diretamente pelos espíritos, nas pesquisas por mim realizadas, e posso garantir que não existe nenhum equívoco – nesse ponto o cientista espiritualista não deixa a menor dúvida sobre esse conhecimento.

Voltando à minha explanação, em consequência dos pecados, começa-se a sentir peso na consciência, e esse sofrimento já é uma leve purificação. Seria bom que, nesse momento, as pessoas se arrependessem, mas isso é difícil (normalmente o ser humano procura justificar suas atitudes e dessa forma deixa escapar a oportunidade de se arrepender e evitar um sofrimento maior no futuro). Assim, na maioria das vezes, os pecados tendem a se acumular. É claro que a quantidade das máculas é proporcional à maior ou menor gravidade dos pecados, mas há também outra maneira de criá-las. Quando se faz alguém sofrer, a pessoa atingida se enfurece, sente ódio por aquele que lhe causou o sofrimento, e esse ódio é transmitido, através do elo espiritual, como ondas de rádio, ao espírito do malfeitor, gerando as máculas. Ao contrário, quando se pratica uma boa ação, as pessoas se alegram e sua gratidão se transmite, na forma de Luz, ao espírito do benfeitor, o que fará diminuir as máculas que o cobrem. Entretanto, mesmo quando se trata de boas ações, quanto mais elas forem praticadas sem que os beneficiados saibam, maiores serão as bênçãos de Deus; essa é a inviolável Lei dos Céus.

O que acabamos de expor é o mecanismo do Mundo Espiritual. Como representa uma verdade absoluta, a única alternativa é crer e obedecer. Portanto, já que as doenças e outros infortúnios são decorrentes da ação purificadora das máculas, o homem, se quiser alcançar a felicidade, deve deixar o Mal, praticar o Bem e esforçar-se para não macular seu espírito.

A Sinergia entre Corpo e Espírito

Um dos grandes questionamentos quando se estuda as Leis da Natureza é descobrir o que é a toxina. Em última análise, é o mesmo que sangue impuro e mácula espiritual. As máculas se originam do pecado, e este, naturalmente, tem origem no Mal – exemplificando podemos dizer que são ações que causam sofrimento nas pessoas, como enganar, mentir, ludibriar, tirar vantagens indevidas, egoísmo etc. Todos sabem que essa visão do pecado é quase que um monopólio das religiões desde a Antiguidade; entretanto, agir simplesmente como se tem agido até agora, dizendo que não se deve fazer isso ou aquilo porque é pecado, já não convence as pessoas da atualidade, pois a maioria é muito inteligente e raciocina em termos científicos. Deve-se, portanto, basear a teoria em fatos e argumentos sólidos. Explicaremos a seguir com maiores detalhes essa questão.

Este mundo em que vivemos é dual, ou seja, formado pelo Mundo Espiritual e pelo Mundo Material. Da mesma maneira, o ser humano também é dual e é formado de espírito e corpo, e ambos, numa relação íntima e inseparável, têm por princípio a identidade espírito-matéria. Sendo assim, quando as máculas do espírito se refletem no corpo, o sangue se torna impuro; reciprocamente, quando isso se reflete no espírito, torna-se mácula. Como este ponto é de importância fundamental, pediria que o levassem em consideração no decorrer da leitura. O conceito acima deve estar em mente na leitura desse texto.

A Ultra Ciência e a Terapia Japonesa EHT

A Terapia Japonesa EHT® é um novo método de Terapia pioneiro no Brasil e com praticantes em 12 países, através da Ultra Ciência. A partir de agora apresentaremos a base da Terapia Japonesa EHT®. Suas origens remontam ao século XX. Encontra-se baseada na premissa maior que o ser humano é composto por espírito e Corpo físico. Sua origem tem por base o enunciado pelo cientista espiritualista Mokiti Okada em diversos de seus ensinos. Também através de seus enunciados, surgiram muitas correntes religiosas e outras instituições, porém a Ultra Ciência é única independente sem qualquer vínculo religioso com nenhuma instituição religiosa. A Ultra Ciência estuda profundamente a Terapia Japonesa no original, conforme foi escrita e apresentada na época, sem qualquer alteração, na sua íntegra, pelo Cientista Espiritualista Okada. Seus resultados registrados somam-se a centenas, embora milhares de outros tenham sido noticiados, e estão sendo colocados no nosso canal do youtube.

Entendemos que o próprio Okada já se definiu como Cientista Espiritualista, vislumbrando que. no futuro seria reconhecido desta forma. Veremos que a vida deste cientista ainda é pouco compreendida até hoje, em grau de influência e importância, por isso limitam seu trabalho e sua maravilhosa descoberta – a Terapia Japonesa.

Sendo o ser humano um ser dual, ou seja, composto por corpo e espírito, existindo uma predominância e hierarquia maior deste último, a partir daí poderemos nos aprofundar mais e dessa forma entender a atuação da Terapia Japonesa EHT® e suas implicações no ser humano. Ainda a partir desta afirmação forçosamente intui-se a existência do Mundo Espiritual e por último, da existência do Criador. Não pretendemos discutir alguns conceitos aqui, visto que isso demandaria um outro estudo que não é o objeto deste trabalho.

A melhor forma de se comprovar a força e verdade de uma Teoria é, primeiro, a evidência real de resultados ou provas do que afirma. Neste caso os resultados da Terapia Japonesa EHT® falam por si só.

  1. Sobre Comprovações Científicas e Disposição em fazer (em breve)
  2. Sobre o Empirismo (em breve)
  3. A Mudança de Testes e Paradigmas de Comprovações Científicas – Como se comprova a atuação do espírito? A Ciência moderna e Beco sem Saída. (em breve)

Traremos agora alguns textos do cientista espiritualista Okada, para que possam ter uma ideia bem nítida da realidade atual da saúde humana, dos resultados da medicina moderna e o ponto vital das doenças, assim como a atuação e e resultados da Terapia Japonesa EHT®. Leiam pois, os ensinos do mestre Okada, na qual nos baseamos para o desenvolvimento da Terapia Japonesa EHT. Ao final texto importante da Ultra Ciência.

O objetivo do Trabalho – Ciência Espiritualista e Não Religião

Em muitos de seus ensaios, Okada de modo objetivo tenta esclarecer de forma simples muitos dos mistérios. Neste ensaio em particular ele é genial quando explica sobre doenças e como funciona o processo da medicina e, por outro lado, de forma natural, obedecendo as Leis da Grande Natureza.

A “Era do Dia é o mundo em que o Espírito precede a Matéria”, ou seja, o Espírito exerce papel e função superior em relação à Matéria. Aplicando isso ao corpo humano, as toxinas — causa de todas as doenças — são matérias acumuladas no corpo físico. Como existe uma identidade (ou correspondência) entre corpo e espírito, é natural que neste caso, o corpo espiritual apresente nebulosidades na região correspondente à presença das toxinas no corpo físico.

Segundo o cientista, os tratamentos químicos visam a interrupção da eliminação das toxinas e por isso, a eliminação dos sintomas, o que ele denomina de interrupção ou solidificação do processo natural de eliminação. Quando se procura anular as toxinas promovendo apenas a sua eliminação do corpo físico, isso terá um efeito temporário; com o passar do tempo, elas surgirão novamente, de acordo com a Lei do Espírito Precede a Matéria. Assim, para eliminá-las radicalmente, devemos eliminar as nebulosidades do corpo espiritual. Eis o método correto para se atingir perfeitamente o objetivo da erradicação dos problemas. Explicando melhor, tratar apenas o corpo é apenas metade do problema e por isso, não é a erradicação final do problema, mas tão somente atende a parte do problema, pois nesse caso, ainda restará as nebulosidades no espírito, que fará com que tudo volte, novamente, visto que há uma relação inseparável entre corpo e espírito – se houver acréscimo de novas toxinas, segundo Okada, poderá voltar pior ou em forma de outra doença, visto que o acréscimo de mais toxinas tornará, com o  tempo, o quadro pior, desenvolvendo outras doenças, mais perniciosas ou crônicas.

Como todos os métodos utilizados até agora pela medicina basearam-se unicamente na eliminação das toxinas( via intervenções cirúrgicas) ou então na sua solidificação, tomando apenas o corpo físico como objeto do tratamento, é óbvio que eles propiciassem uma cura passageira, mas jamais a cura radical, o que está bem caracterizado pelo uso da palavra “reincidência”. Os métodos empregados pela Medicina são apenas dois: a solidificação e a remoção cirúrgica. Entre as formas populares de tratamento existe a solidificação por meio de banhos de luz ou eletricidade e da moxibustão1, método este que consiste em queimar determinados pontos para concentrar e eliminar o pus.

1 Moxibustão: Terapia chinesa que consiste na queima, em determinadas locais do corpo, de pequenos cones feitos de folhas secas de Artemísia com o objetivo de estabelecer o equilíbrio do organismo. Em geral, é feita em combinação com a acupuntura.

A nossa terapia (Tratamento ou simplesmente Terapia EHT), todavia, fundamenta-se na eliminação das nebulosidades do corpo espiritual. O método consiste em irradiar, pela palma da mão, uma espécie de ondas espirituais, que têm como agente principal o elemento fogo. Por ora, vou chamar essas ondas de raios místicos. Todas as pessoas os possuem em determinada quantidade; ou melhor, esses raios existem em número ilimitado no espaço aéreo do globo terrestre, isto é, no Mundo Espiritual.

Mas por que será que ninguém descobriu até hoje esse método que consiste na eliminação das nebulosidades através das ondas espirituais? Foi porque, conforme já dissemos, era noite no mundo, ou seja, o mundo estava às escuras. Como luz, existia apenas uma claridade semelhante à da Lua, e por isso era impossível obter-se a força para resolver o problema das doenças, ou seja, raios místicos em quantidade suficiente para dissolver as nebulosidades. Não é que eles fossem totalmente nulos, tanto assim que alguns religiosos e ascetas procediam ao tratamento das doenças e até certo ponto tinham êxito. Como é do conhecimento de todos, os fundadores de algumas religiões ganharam considerável fama. Acontece, porém, que o principal componente da luz da Lua é o elemento água, e por essa razão a força para curar limitava-se a determinadas doenças ou a efeitos temporários. Como elemento água, essa luz é de natureza fria, e por isso é um tratamento solidificador. Na Arte Médica Japonesa (Terapia Japonesa EHT), entretanto, o principal agente é o elemento fogo, capaz de dissolver qualquer toxina solidificada; por conseguinte, ele apresenta efeitos extraordinários.

Os principais motivos que levaram o Cientista a descobri-lo foram dois: primeiro o conhecimento sobre a Transição da Era da Noite para a Era do Dia, e segundo o consequente aumento de partículas do elemento fogo, que, concentrados no corpo, produzem uma poderosa luz purificadora. Irradiando-a, então, no local afetado, manifesta um efeito extraordinário.

No entanto, o cientista faz uma advertência: Aqui, quero deixar bem claro que, apesar de tal tratamento ser facilmente interpretado como ato religioso, já que suas ações são parecidas com as tomadas no passado por fundadores de religiões, meu desejo é que jamais esse Tratamento seja transformado em ação religiosa. Isso porque, quando se executa em termos religiosos é visto, sem falta, como superstição pela sociedade. Talvez isso aconteça por ter havido, até agora, incontável número de pessoas atormentadas por superstições de religiões diabólicas e por existir demasiados casos dos que caíram na infelicidade. Ao mesmo tempo, as autoridades, a fim de prevenir consequências, têm feito uma rigorosa fiscalização. Além disso, pode haver pontos em que, — embora adeptos de toda e qualquer religião, seita e credo, estejam sofrendo, — há hesitação no atendimento médico em casos de haver o menor indício de relacionamento com alguma religião.”

E, também, na hipótese de que a nossa Terapia — como há pouco disse — fosse uma prática religiosa, estaríamos confessando, na realidade, a debilidade de seu poder, uma vez que os resultados seriam obtidos com o auxílio da autossugestão, representada pelo fator fé. Não podemos negar que isso existe em certo ponto também na medicina. Por exemplo: quando o médico com quem se vai consultar possui o título de doutor, é catedrático, diretor de um grande hospital, autoridade na sua área ou, então, tem a clientela nas classes altas, nem é preciso mencionar que o paciente — antes mesmo de iniciar o tratamento — nutre por ele considerável respeito e confiança. Assim sendo, logicamente, a força desse sentimento é adicionada em certo nível aos efeitos de cura, não podendo negar que existem pontos em comuns com a fé religiosa. Apesar disso, na nossa arte médica, nosso tratamento, não é preciso nenhuma ajuda de tal força do pensamento, tampouco existe a necessidade de ser incorporada dentro da religião por existirem as desvantagens citadas anteriormente. Por conseguinte, coloco-a como uma Ciência e como tal apresento-a ao mundo. Isto é, como a Ciência do futuro, a vanguarda da ciência, uma Arte Médica Universal criada por um japonês, a Terapia Japonesa EHT.